"O que consegui alcançar foi fruto do trabalho e persistência. Qualquer um, com razoável dom natural e capacidade, também o pode alcançar".

Johann Sebastian Bach

Quem é o
Filipe Veríssimo?

Mestre Capela e Organista Titular da Igreja de Nossa Senhora da Lapa no Porto, Filipe Veríssimo tem desenvolvido, em estreita colaboração com o Cónego Dr. António Ferreira dos Santos, um trabalho ímpar no desenvolvimento e promoção da música de órgão e da música coral sacra e litúrgica em Portugal. 

É formado em Música Sacra na Escola de Artes da Universidade Católica, onde estudou órgão com Franz Lehrndorfer, Martin Bernreuther e Jeremy Blasby, direção de coral com Jörg Straube, Jorge Matta e Eugénio Amorim e direção de orquestra com Cesário Costa tendo prosseguido os seus estudos de órgão em Paris com os organistas Olivier Latry e Eric Lebrun. Frequentou o Mestrado em Musicologia Histórica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Mestrado em Música Sacra na Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa. Foi docente da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto e Coordenador Artístico dos principais festivais de órgão realizados no Porto.

É atualmente docente da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Mestre Capela honorário da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, coordenador artístico do Ciclo de Música de São Francisco, do Ciclo de Concertos de Órgão da Sé Catedral do Porto, do Ciclo de Concertos da Igreja da Lapa e Consultor da Santa Casa da Misericórdia do Porto para a área da Música Sacra

O que as pessoas dizem?

O trabalho que desenvolvi com o prof. Filipe permitiu-me melhorar consideravelmente o serviço que oferecia à comunidade, especialmente na qualidade de execução e improvisação nos momentos musicais da Eucaristia. No entanto, o conhecimento partilhado nas aulas de órgão expressou-se principalmente na minha evolução enquanto músico, muito para além de ter sido apenas relativo ao instrumento. Naturalmente a minha técnica organística melhorou, mas são os momentos de diferentes perspetivas, face às possibilidades tímbricas do órgão, face à ansiedade de tocar ao vivo, o porquê de usar determinada dedilhação tendo em vista um fraseado diferente, entre outros, que recordo com maior admiração. Hoje, na minha atividade profissional por diversas vezes utilizo música eletrónica e meios eletrónicos para expandir as possibilidades oferecidas pelo piano acústico. Em várias ocasiões aquando da composição musical, e particularmente pela experiência de ter tocado no órgão da Igreja da Lapa, sinto o piano como se utilizasse o sistema de registos do órgão, de ter a orquestração na ponta dos dedos. O órgão continua a ser para mim admirável, e de quando em vez uma fonte de inspiração, do instrumento ao repertório.
www.diogocarrico.co
"Conheci o Organista e Maestro Filipe Verissimo quando ainda era muito jovem e com ele e através dele, tive a oportunidade de conhecer mais e melhor o mundo da musica e o seu repertório. Fiz parte do seu projecto pioneiro, Portogalante ensemble com o qual apresentei diversas obras em vários locais sempre primando pela qualidade e busca incessante da perfeição da sonoridade coral de câmara. Com este projecto fui crescendo musicalmente, apresentando-me sempre com muita regularidade, quer a solo quer em coro de câmara. O Portogalante ensemble fez parte duma época muito importante e especial nada minha vida, criando em mim uma vontade de fazer sempre mais e melhor, na busca eterna pela perfeição, transmitindo todo o sentimento e emoção que as obras me suscitam sempre que começo a leitura de um novo projecto musical."
Maria João Matos
Cantora Lírica
Lembro me como se fosse ontem quando decidi que queria ser organista. Filipe Verissimo era na altura o meu professor de órgão, o primeiro que tive. No final de uma aula, ele disse que ia ter um concerto e tocou a fuga em sol menor de Bach para mim. Fiquei maravilhado não só com a música mas, principalmente, pela performance. Se houve um marco importante para decidir o que gostaria de ser no futuro, esse o foi. Mais ou menos pela mesma altura fui membro do Coro Polifónico da Lapa onde tive a maravilhosa oportunidade de cantar algumas das maiores obras musicais tais como a "Paixão segundo S. João" de Bach sob a sua direção. Foi aqui que aprendi o que verdadeiramente era a música, desfocando-me das obras puramente instrumentais. Ganhei o gosto pela música sacra e pelo trabalho musical desenvolvido nas igrejas. Este foi um período decisivo na minha formação e conhecimento enquanto músico. Penso, sinceramente, que ninguém teve mais impacto na minha decisão, no rumo que que queria seguir e ter trabalhado, estudado, aprendido com ele é um sentimento de gratificação que levarei sempre comigo.
Jorge Silva
frequenta o 3° ano no bacharelato em Órgão do Conservatório de AmEsterdão

Produtos

Coro Polifónico da Lapa | Cânticos para Maria - Vol. 1

"A música litúrgica dada a conhecer pelo Padre Ferreira dos Santos no CD "Cânticos para Maria Vol. 1" coloca-se, decididamente, no sulco da grande tradição da música da Igreja".
Não ao Pop na Liturgia - Reflexões de J. Ratzinger in Voz Portucalense de 24 de maio de 2017​

15€

Grande Órgão de Tubos da Igreja da Lapa - Porto

Sobre a gravação: "Depois de se assistir a tantos concertos nesta Igreja da Lapa com os maiores instrumentistas do mundo; depois de tantas obras maiores; de tanta variedade de estilos, de géneros, de linguagens, e estéticas; de tantas formações e instrumentos em concerto com este grande órgão, surge finalmente esta gravação - a primeira certamente de muitas outras que poderão e deverão surgir".
Sobre a Fantasia e Fuga em sol menor, BWV 542:
"Uma obra extraordinária, uma das obras maiores de todo o repertório organístico. Tão desbordante, expressiva e torrencial é aquela harmonia em movimento da fantasia; quanto é extraordinário o incessante movimento para a frente de todo aquele contraponto, numa das mais notáveis fugas que se escreveram".
Fernando Lapa

12€

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